Um comitê de auditoria pode ajudar a empresa a construir uma imagem confiável perante clientes e demais interessados.
O papel do comitê de auditoria na governança corporativa das empresas
O comitê apoia o desenvolvimento e a continuidade de organizações confiáveis.
Sua supervisão pode melhorar a transparência no uso de recursos, nas informações de desempenho e na cultura alinhada aos valores éticos e objetivos institucionais.
Também apoia responsabilidades legais e fiduciárias do conselho, especialmente integridade dos relatórios financeiros, controles internos e conduta ética em toda a empresa.
Composição do comitê
O comitê precisa de uma estrutura adequada a suas responsabilidades e ao contexto legal da organização.
A fonte sugere um grupo pequeno, de cerca de três a cinco integrantes, para facilitar decisões. O tamanho e a composição reais devem seguir regras aplicáveis e documentos da empresa.
A remuneração deve apoiar o julgamento independente. Membros devem evitar acordos que criem conflitos por consultorias ou outros serviços pagos à empresa.
Funcionamento e supervisão
O artigo original cita o artigo 42 da Lei do Mercado de Valores do México. O alcance atual das funções deve ser conferido na lei aplicável e no regimento do comitê. Entre as atividades discutidas estão:
- Opinar ao conselho sobre o desempenho da empresa, considerando o parecer do auditor externo quando pertinente.
- Revisar a integridade das demonstrações financeiras.
- Testar se os controles contábeis funcionam com eficácia.
- Coordenar auditores internos, externos e outras funções de supervisão.
- Revisar políticas para operações com partes relacionadas.
- Considerar apoio independente para analisar essas operações quando necessário.
- Avaliar como a organização identifica e acompanha riscos financeiros e de negócios, quando isso integra suas atribuições.
- Recomendar auditor externo e considerar remuneração justa que preserve independência e eficácia.
- Receber preocupações de colaboradores ou outros interessados sobre possível descumprimento.
Boas práticas
A fonte recomenda reuniões cerca de quatro vezes ao ano, além de encontros extras quando necessário. A frequência deve acompanhar riscos, trabalho e exigências legais.
Um comitê eficaz ajuda o conselho a cuidar de relatórios financeiros, auditorias, controles e riscos.
Esse apoio permite aos conselheiros concentrar-se também em outras questões importantes de desempenho.
A EthicsGlobal recomenda um regimento escrito e uma revisão anual para reduzir lacunas e esclarecer responsabilidades.
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